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quarta-feira, 4 de julho de 2012
Declaration of Independence
Variously known as the Fourth of July and Independence Day, July 4th has been a federal holiday in the United States since 1941, but the tradition of Independence Day celebrations goes back to the 18th century and the American Revolution (1775-83). In June 1776, representatives of the 13 colonies then fighting in the revolutionary struggle weighed a resolution that would declare their independence from Great Britain. On July 2nd, the Continental Congress voted in favor of independence, and two days later its delegates adopted the Declaration of Independence, a historic document drafted by Thomas Jefferson. From 1776 until the present day, July 4th has been celebrated as the birth of American independence, with typical festivities ranging from fireworks, parades and concerts to more casual family gatherings and barbecues.
O amor pelo Corinthians
SÃO PAULO - Enquanto o corintiano roe as unhas e espera ansioso pela partida
contra o Boca Juniors, uma das mais importantes de sua história, ele tem a
chance de conhecer, se divertir e ainda provocar os 'hermanos' argentinos com
algumas produções caseiros de vídeo envolvendo todo esse amor pelo clube de
Parque São Jorge. O estadão.com.br separou uma lista de 5
vídeos de versões diferentes do hino do clube:
1 - O hino do Corinthians em tango
2 - Uma versão em funk
3 - Uma versão do hino em rap
4 - Funk do Timão
5 - Proibidão do Corinthians
http://www.estadao.com.br/noticias/esportes,o-amor-pelo-corinthians-nas-mais-diversas-vozes-e-estilos,895266,0.htm
1 - O hino do Corinthians em tango
2 - Uma versão em funk
3 - Uma versão do hino em rap
4 - Funk do Timão
5 - Proibidão do Corinthians
http://www.estadao.com.br/noticias/esportes,o-amor-pelo-corinthians-nas-mais-diversas-vozes-e-estilos,895266,0.htm
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Lágrima Flor - Wilson Simonal
Letra: Billy Blanco
Na vida há sempre um pedaço de saudade
Escondida num vulto de mulher
Ninguém consegue escolher felicidade
Porém, aquela é a dor que a gente quer.
Deixa pra lá
Deixa assim como está para ver
Para ver como fica esse amor
Que não teve um momento de paz
Chora, que é bom
Mas não deixa ninguém perceber
Pois a lágrima feita de amor
Vira flor pelo bem que ela faz
Lágrima flor
Flor que morre e perfuma a quem corta
E prossegue enfeitando, já morta
Mesmo a que não lhe quer
E ela diz não
Mas depois vem o bom do amor
O talvez
E amanhã, diz que sim
Como toda mulher
Os pássaros mais coloridos do mundo
Enviado por luisnassif, dom, 01/07/2012
Por ROSE
20 fotos:
Faisão Dourado
Ave-do-Paraíso
Arara Azul
Flamingo
Scarlet Tanager
Northern Oriole
Mountain Bluebird
Cardeal
American Goldfinch
Wood Duck
Martim Pescador
Arara Vermelha
Currupião
Blue Throated Bee-Eater
Painted Bunting
Tucano de Bico Arco-Íris
Rainbow Lorikeet
Arara Piranga
Martim Pescador do Bico de Cegonha
Pavão
http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/os-passaros-mais-coloridos-do-mundo
Corrupião
O lindíssimo post dos pássaros mais coloridos do mundo, http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/os-passaros-mais-coloridos-do-mundo, com uma foto do corrupião, me lembrou do baião de mesmo nome, do Edu Lobo.
Heineken Concerts - 1992
Centro de Convivência Cultural
Edu Lobo & Banda
João Rebouças - piano
Jurim Moreira - bateria
Zé Nogueira - saxofone
Carlos Malta - saxofones/ flautas
Nico Assumpção - baixo
Edu Lobo - violão
Heineken Concerts
Projeto/Produção - LPC Projetos Culturais
Direção - Toy Lima
domingo, 1 de julho de 2012
O NOSSO OLHAR - DICK FARNEY E CLAUDETTE SOARES
Composição: Sérgio Ricardo
Viu
Quanta coisa linda
Você e eu sentimos
Sob este luar
Dentro do silêncio
Que a noite fazia
Pelo nosso amor
Viu
Como os nossos olhos
Foram se entregando
E se integraram
Na linguagem pura
Que os olhos ditam
Pelo coração
Viu
Como o mundo inteiro
Ficou pequeno
E em nossas mãos
Virou veneno
Que a noite bebeu
Pelo nosso amor
Viu
Como basta pouco
Para amar-se muito
Um luar bonito
Uma noite quieta
E o olhar tão puro
Deste nosso olhar.
Viu
Quanta coisa linda
Você e eu sentimos
Sob este luar
Dentro do silêncio
Que a noite fazia
Pelo nosso amor
Viu
Como os nossos olhos
Foram se entregando
E se integraram
Na linguagem pura
Que os olhos ditam
Pelo coração
Viu
Como o mundo inteiro
Ficou pequeno
E em nossas mãos
Virou veneno
Que a noite bebeu
Pelo nosso amor
Viu
Como basta pouco
Para amar-se muito
Um luar bonito
Uma noite quieta
E o olhar tão puro
Deste nosso olhar.
Um Tempo Sem Nome
A crônica a seguir foi escrita por Rosiska Darcy de Oliveira e publicada
originalmente no jornal O Globo em 21/01/12. Fala sobre novas e modernas formas de envelhecer. A
conferir.
Com seu cabelo cinza, rugas novas e os mesmos
olhos verdes, cantando madrigais para a moça de cabelo de abóbora, Chico Buarque
de Holanda vai bater de frente com as patrulhas do senso comum.
Elas torcem o nariz para mais essa audácia do
trovador. O casal cinza e cor de abóbora segue seu caminho e tomara que ele
continue cantando "eu sou tão feliz com ela" sem encontrar resposta ao "que será
que dá dentro da gente que não devia".
Afinal, é o olhar estrangeiro que nos faz
estrangeiros a nós mesmos e cria os interditos que balizam o que supostamente é
ou deixa de ser adequado a uma faixa etária. O olhar alheio é mais cruel que a
decadência das formas. É ele que mina a autoimagem, que nos constitui como
velhos, desconhece e, de certa forma, proíbe a verdade de um corpo sujeito à
impiedade dos anos sem que envelheça o alumbramento diante da vida.
Proust, que de gente entendia como ninguém,
descreve o envelhecer como o mais abstrato dos sentimentos humanos. O príncipe
Fabrizio Salinas, o Leopardo criado por Tommasi di Lampedusa, não ouvia o
barulho dos grãos de areia que escorrem na ampulheta. Não fora o entorno e seus
espelhos, netos que nascem, amigos que morrem, não fosse o tempo "um senhor tão
bonito quanto a cara do meu filho", segundo Caetano, quem por si mesmo, se
perceberia envelhecer? Morreríamos nos acreditando jovens como sempre
fomos.
A vida sobrepõe uma série de experiências que
não se anulam, ao contrário, se mesclam e compõem uma identidade. O idoso não
anula dentro de si a criança e o adolescente, todos reais e atuais, fantasmas
saudosos de um corpo que os acolhia, hoje inquilinos de uma pele em que não se
reconhecem. E, se é verdade que o envelhecer é um fato e uma foto, é também
verdade que quem não se reconhece na foto, se reconhece na memória e no frescor
das emoções que persistem. É assim que, vulcânica, a adolescência pode brotar em
um homem ou mulher de meia-idade, fazendo projetos que mal cabem em uma vida
inteira.
Essa doce liberdade de se reinventar a cada dia
poderia prescindir do esforço patético de camuflar com cirurgias de botoxes -
obras na casa demolida - a inexorável escultura do tempo. O medo pânico de
envelhecer, que fez da cirurgia estética um próspero campo da medicina e de uma
vendedora de cosméticos a mais rica mulher do mundo, se explica justamente pela
depreciação cultural e social que o avançar na idade provoca.
Ninguém quer parecer idoso, já que ser idoso
está associado a uma sequência de perdas que começam com a da beleza e a da
saúde. Verdadeira até então, essa depreciação vai sendo desmedida por uma
saudável evolução das mentalidades: a velhice não é mais o que era antes. Nem é
mais quando era antes. Os dois ritos de passagem que a anunciavam, o fim do
trabalho e da libido, estão ambos, perdendo autoridade. Quem se aposenta
continua a viver em um mundo irreconhecível que propõe novos interesses e
atividades. A curiosidade se aguça na medida em que se é desafiado por bem mais
que o tradicional choque de gerações com seus conflitos e desentendimentos. Uma
verdadeira mudança de era nos leva de roldão, oferecendo-nos ao mesmo tempo o
privilégio e o susto de dela participar.
A libido, seja por uma maior liberalização dos
costumes, seja por progressos da medicina, reclama seus direitos na terceira
idade com uma naturalidade que em outros tempos já foi chamada de despudor.
Esmaece a fronteira entre as fases da vida. É o conceito de velhice que
envelhece. Envelhecer como sinônimo de decadência deixou de ser uma profecia que
se autorrealiza. Sem, no entanto, impedir a lucidez sobre o desfecho.
"Meu tempo é curto e o tempo dela sobra",
lamenta-se o trovador, que não ignora a traição que nosso corpo nos reserva.
Nosso melhor amigo, que conhecemos melhor que nossa própria alma, companheiro
dos maiores prazeres, um dia nos trairá, adverte o imperador Adriano em suas
memórias escritas por Marguerite Yourcecar.
Todos os corpos são traidores. Essa traição,
incontornável, que não é segredo para ninguém, não justifica transformar nossos
dias em sala de espera, espectadores conformados e passivos da degradação das
células e dos projetos de futuro, aguardando o dia da traição. Chico, à beira
dos setenta anos, criando com brilho, ora literatura, ora música, cantando um
novo amor, é a quintessência desse fenômeno, um tempo da vida que não se parece
em nada com o que um dia se chamou de velhice. Esse tempo ainda não encontrou
seu nome. Por enquanto podemos chamá-lo apenas de vida.
Rosiska Darcy de Oliveira é escritora.
RIO DE JANEIRO - CIDADE MARAVILHOSA
O Rio de Janeiro se tornou, neste domingo, Patrimônio Mundial, como paisagem cultural urbana.
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