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domingo, 26 de fevereiro de 2012

Oscar's Original Song Snub

'Rio's' Siedah Garrett on Oscar's Original Song Snub: 'People Are Not Happy'
Siedah Garrett Oscars - H 2012
Getty Images
Siedah Garrett at the 2012 Oscar nominees lunch in Beverly Hills

The Academy Award-nominated songwriter, best known for Michael Jackson's "Man in the Mirror," talks about this year's two-song contest and how "Real In Rio" came to life.

Songwriter Siedah Garrett has a 50 percent chance of winning an Oscar on Sunday night. Her nomination, for best original song for “Real in Rio” from the animated movie Rio, is one of only two compositions recognized by the Academy this year.
She’s not complaining, of course. The music slight on this year’s broadcast means more attention for her (and her competitor, Flight of the Conchords’ Bret McKenzie, who wrote “Man or Muppet” from The Muppets), even if it does enrage the music industry.
“I know that after this year, the rules are going to change,” Garrett, who is best known for writing Michael Jackson’s “Man in the Mirror,” tells The Hollywood Reporter. “There are a lot of people that are not happy with the way things are right now, even members.”
PHOTOS: 2012 Academy Awards: The Nominees
The rules she’s referring to are the Academy’s requiring that a song gather the majority of the members’ votes in order to be considered. It also must play an integral role in the film -- so Mary J. Blige’s “The Living Proof” from The Help and Madonna’s “Masterpiece” from W.E., both didn’t make the cut.
But “Real in Rio,” written by Garrett, with Sergio Mendez and Carlinhos Brown, was composed specifically with a scene in mind: the opener. “It had to represent the lushness of Rio, the birds, the animals, the architecture, the sights of Rio de Janeiro, not just the tourist spots,” says Garrett. “It’s a really rich culture and they have a fun, soulful spirit so it was my job to capture and marry that music with the scene.” Garrett likens an original song in a movie to that of a “third actor in the scene, because if often delivers emotions and ideas the characters in the scene can’t just overtly say.”
Neither of the two nominated songs will be performed on Sunday night, a disappointment to all who worked on the music, some for as long as several years. “I'm bummed about it, just like I was five years ago when I got to go to the Oscars and they stopped giving out the gift baskets,” Garrett, who was previously nominated for Dreamgirls, cracks. “I was really sick about that and now I won’t be able to perform with Sergio Mendes at the Oscars, it’s kind of crazy.”
VIDEO: Golden Globes 2012: Elton John's Husband Blasts Madonna's 'Best Original Song' Win
But that doesn’t diminish the excitement -- and anxiety -- that comes with just being there. “I don't really have a set idea of what I'm wearing yet and I've been running around picking dresses and shoes,” says Garrett, catching her breath. “But darling, trust me, I will be fab.”
Up next for Garrett: she hopes to make an encore appearance in Rio 2, which is currently being animated, she says, and is using a fan-funded model to finance a new album. Among the tracks she plans to include: an answer to her 1987 duet with Michael Jackson, "I Just Can't Stop Loving You," called “Keep On Loving Me.” Says Garrett: “It’s a tribute to a man that brought so much joy, entertainment, music, and energy to all of our lives, especially mine. It’s my thanks for him introducing me to the world, really.”

http://www.hollywoodreporter.com/news/oscars-original-song-rio-siedah-garrett-293947


Preciso me encontrar - Marisa Monte

Carlinhos Brown dá o recado...







Carlinhos Brown - Conexão Roberto D'Avila (19/02/2012)



O Conexão Roberto D'Avila exibe a entrevista com o cantor e compositor Carlinhos Brown.

Na conversa com Roberto d'Avila, o artista externa seu mundo de "baianidade"e de grande criatividade, que fazem dele um dos mais férteis compositores brasileiros.

No programa, Carlinhos conta a sua história, os seus primeiros mestres, a admiração por Sérgio Mendes -- com quem compôs a trilha sonora do filme Rio e que concorre ao Oscar de melhor música de 2012 -, além de sua particiação nos Tribalistas, ao lado de Marisa Monte e Arnaldo Antunes.

É uma entrevista engraçada, alegre e cheia de inventividade, digna da personalidade de Carlinhos Brown.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Ararinha (Fly Love) - Carlinhos Brown


VAI ARARINHA E TRAZ UM OSCAR PRO RIO...

Um abraço à Portugal


António Salvado - "Das cicatrizes" 




Um abraço e meu agradecimento à Portugal e portugueses, que chegam e aquecem

meu coração,

António & Pedro Miguel Salvado

(...) "Por cá isto anda muito mal. Estamos dominados pela crise e sujeitos a um controlo feroz e desrespeitador da dignidade dos povos por parte do capitalismo ultra liberal que tudo seca e destrói. Porem a utopia ainda não é palavra de âmago proibido.
Há que resistir unindo todos os mares-magmas da esperança em melhores dias que dignifiquem o Homem e as suas circunstâncias."
BRAVO!!!!

regina

Losing her


Losing her, the only one who’s ever known who I am, who I’m not, and who I wanna be.

Midnight in Paris





COMO NÃO SER ROMÂNTICO EM PARIS?

Woody Allen: Oscar No-show

Woody Allen: Oscar No-show Again for Biggest Box Office Hit of His Career?

PHOTO: Woody Allen films at Via Della Vite, Aug. 17, 2011 in Rome, Italy.righ

Woody Allen once famously said that "90 percent of life is just showing up."
Now, with Allen's "Midnight in Paris" nominated for four Academy Awards, including best picture, a lot of people are wondering if Allen might actually show up at this year's Oscars, being broadcast this Sunday night on ABC.
But, if past awards ceremonies are any indication, don't bet on it.
"Midnight in Paris," which charmed critics and audiences alike, also earned Oscar nominations for best director, original screenplay and art direction. The tale of a modern-day Hollywood screenwriter, Gil (Owen Wilson), who travels back to the Paris of the 1920s to mingle with Ernest Hemingway and F. Scott Fitzgerald, is Allen's biggest box office hit ever.
Since opening last May, it's taken in more than $56.5 million in this country, and almost $92 million more worldwide. And at age 76, with 41 movies to his credit, Woody Allen is enjoying some of the best reviews of his career, after a string of films that garnered lukewarm reviews.
Peter Travers, whose program "Popcorn" airs on ABC News Now, named "Midnight in Paris" to his Top 10 list, saying, "Allen's love letter to the City of Light is his best and most beguiling film in years." In his Rolling Stone review, Travers wrote, "Not since 1979's Manhattan, in which he rhapsodized over the New York of his black-and-white dreams, has Allen used a camera to make such urgent, passionate love to a city." He added, "For all the film's bracing humor and ravishing romance, there are also haunting shadows. That alone makes it a keeper."

http://abcnews.go.com/Entertainment/woody-allen-oscar-show-biggest-box-office-hit/story?id=15767324

Glenn Close vive papel de um homem em 'Albert Nobbs'

Luiz Carlos Merten - O Estado de S.Paulo

Você poderia pensar que o papel da vida de Glenn Close era a pérfida Merteuil de Ligações Perigosas, que Stephen Frears adaptou do romance epistolar de Choderlos de Laclos, com roteiro assinado pelo dramaturgo (e cineasta) Christopher Hampton. Ou então a ensandecida Alex de Atração Fatal, de Adrian Lyne, que transforma a vida do homem casado Michael Douglas num inferno. Por ambos, vale lembrar, Glenn foi indicada para o Oscar, esculpindo uma persona de malvada, na grande tradição de Bette Davis. Mas eis que a própria atriz garante agora que seu papel sonhado é o de Albert Nobbs, no filme de mesmo nome.
Glenn Close realiza sonho e está no Oscar com filme sobre mulher que se passa por homem - Divulgação
Glenn Close realiza sonho e está no Oscar com filme sobre mulher que se passa por homem


Uma estreia pequena, com apenas cinco cópias, no Rio e em São Paulo. A Paris, que está colocando A Mulher de Preto num circuito massivo (200 salas), quer fazer de Nobbs em filme de prestígio, um cult. Nobbs, ou um homem e seu segredo, uma mulher e seu sonho. É mais um lançamento de olho no Oscar, aproveitando a proximidade, no domingo, da festa com que a Academia de Hollywood vai premiar os melhores do cinema em 2011. Glenn é uma das cinco indicadas para concorrer à estatueta de melhor atriz. Por melhor que seja, não tem muita chance na disputa polarizada entre Meryl Streep e Viola Davis, a primeira por sua criação como Margaret Thatcher em A Dama de Ferro, e a segunda, favorita nas pesquisas como a doméstica que rompe o véu do silêncio para revelar a teia de violências a que estavam sujeitas, no racista Sul dos EUA, as mulheres negras, em Histórias Cruzadas.

Problemas. Considerando-se os indicadores - Viola ganhou o prêmio do sindicato dos atores, e os votantes são os mesmos no Oscar -, a disputa parece resolvida, mas isso não tira o mérito da interpretação de Glenn Close. O curioso é que todas essas (grandes) atrizes estão brilhando e sendo indicadas por filmes formatados para elas, e dos quais são, sem exceção, os valores mais altos. Basta assistir a Nobbs, assinado por Rodrigo García, filho de Gabriel García Márquez. O filme tem qualidades visuais e até dramáticas, belas atuações, mas falha na tentativa de iluminar as áreas nebulosas que fazem com que essa mulher de Dublin, no século 19, esteja querendo se passar por homem. Albert Nobbs é seu nome de fantasia e ela segue a trilha de Julie Andrews, que também se disfarçava como homem em Vitor ou Vitória?, de Blake Edwards.

Mulheres que se vestem como homens ou adotam atitudes masculinas nunca foram novidade em Hollywood, onde Greta Garbo, nos anos 1930, vestiu as botas da Rainha Cristina, na obra-prima de Rouben Mamoulián; Marlene Dietrich virou um objeto andrógino de desejo na série de filmes que Joseph Von Sternberg criou para ela; e Hilary Swank ganhou seu primeiro Oscar por Meninos não Choram, em que fazia um adolescente de maus bofes que tomava a garota dos machinhos da escola. Mais numerosos, os homens que se vestem como mulheres, outra forma de travestismo, têm por norma o humor, em comédias que se tornaram clássicas, como Quanto Mais Quente Melhor, de Billy Wilder, com Tony Curtis e Jack Lemmon, e Tootsie, de Sydney Pollack, com Dustin Hoffman.

A obra-prima de Wilder cunhou uma expressão que se tornou emblemática, na cena em que Joe Brown descobre que 'Daphne' não é mulher e, na verdade, é Jack Lemmon disfarçado. "Ninguém é perfeito", mas Albert Nobbs tenta ser e essa é sua tragédia. Ele passa por um devotado garçom do Hotel Morrison, até o dia em que a fraude é descoberta por outra mulher que também se veste como homem - e é interpretada por Jane McTeer, que concorre ao Oscar de melhor atriz coadjuvante; Hubert, é seu nome -, incentiva Albert a seguir em frente com o que não é, nem pretende ser, uma farsa.

Desejo. Hubert tem uma companheira e Nobbs também se interessa por uma camareira do hotel (Mia Wasikowska, a Alice de Tim Burton). Ela tem um amante, também funcionário do hotel e que a empurra para os braços de Nobbs, esperando algum tipo de vantagem. Mas Nobbs é romântico(a). O máximo a que chega com Mia é um cândido beijo, o que faz do filme uma experiência singular. Não é o lesbianismo que impulsiona Nobbs e a consequência disso é que, como homem ou mulher, o(a) personagem é assexuado(a). Não é a urgência do desejo que o (a) leva a esculpir essa persona, e a procurar uma mulher. O problema está na infância do herói/heroína, que foi um bebê anônimo, abandonado pela mãe. Num mundo hostil, dominado pelos homens - e rancorosa com o próprio gênero, após a rejeição materna -, Glenn adota a atitude, o figurino masculino, mas de alguma forma parece prescindir da prática do sexo.

Interpretar esse personagem ao mesmo tempo viril e impotente era um sonho antigo de Glenn Close. No começo de sua carreira - antes de ser Glenn Close -, ela interpretou a versão teatral da história de George Moore que agora adapta com John Banville e Gabriella Prekop. No palco, o espectador vê a cena a uma certa distância e a confusão de gêneros tende a ser assimilada. O cinema é uma mídia realista. A câmera tem a tendência a grudar nos atores. A cara deles, o corpo ficam enormes na tela. Fica mais difícil disfarçar o que não é - por isso mesmo, em seu filme que acaba de ganhar o Urso de Ouro, Cesare Deve Morire, os irmãos Taviani se abstiveram de mostrar os presos da cadeia de segurança máxima de Rebibbia interpretando as mulheres de Júlio César, a peça de Shakespeare que é representada dentro do filme. Glenn e Jane McTeer são ótimas, Hubert é um personagem mais chão a chão. Nobbs permanece um mistério, o que pode ser atraente, mas limita o alcance do filme que leva seu nome.

ALBERT NOBBS

Direção: Rodrigo García.
Gênero: Drama (Inglaterra/Irlanda, 2011, 113 min.).

http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,glenn-close-vive-papel-de-um-homem-em-albert-nobbs,839655,0.htm