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sexta-feira, 31 de agosto de 2012
blue moon
Don't miss Friday night's rare blue moon beauty
By: Courtney Baird
Thursday, August 30, 2012
On Friday night a rare blue moon will rise in the sky in an astronomical event that occurs only once every three years or so. If you're hoping to see the blue moon but the sky above you is cloudy, don't fret. The web-based Slooh Space Camera will broadcast the event live beginning at 6 p.m. EDT. (The website's even got a countdown clock to its blue moon coverage.)
a micro climate near you to do so.
Folklore will tell you that strange things go bump in the night when there's a blue moon--but what folklore won't tell you is that blue moons aren't really blue. The term is a misnomer and actually refers to the second of two full moons that occur during the same calendar month.
Because the lunar cycle is 29.5 days, most months only see one full moon. But every once in a while a full moon rises twice in the same month and becomes a blue moon--at least that is the accepted definition today, even though it originally arose from a mistake in Sky & Telescope magazine in 1946. The next time we humans will see a blue moon is on July 31, 2015.
There are varying theories as to where the term "blue moon" came from, given that color has nothing to do with it.
"Why 'blue' was chosen isn't really known for sure," Anthony Cook, the astronomical observer at Griffith Observatory in Los Angeles, told the Los Angeles Times.

Friday night's blue moon is also sure to be savored by NASA fans, as it comes on the same day that astronaut Neil Armstrong is being laid to rest in a private ceremony. Armstrong, who was the first person to walk on the moon, died on Aug. 25 after suffering from complications related to heart surgery.
"This Blue Moon that Slooh will explore Friday night is somewhat rare, but not as rare as the courage and talent of the late Neil Armstrong, the first human to set foot on our nearest celestial neighbor," astronomer and Slooh editor Bob Berman said in a statement on Slooh's Facebook page. "To honor him, Slooh will explore the Sea of Tranquility with its Canary Island 20-inch telescope, live, and have guests who will reveal some of the lesser-known secrets of that historic 1969 event. I think many of our visitors will be in for quite a surprise."
It appears as if the moon wants to send him off with a memorable goodbye--or perhaps welcome him home.

Friday evening's blue moon will allow fans of the late Neil Armstrong to marvel at man's incredible feat. Armstrong was the first man to set foot on the lunar surface back in 1969. This photo was taken early Friday morning as the moon technically turned full. Photo: Travis BurkeIf you're more inclined to watch the real thing, the best viewing is usually available outside of town, away from the glare of city lights. Viewing is enhanced even more if you can find a nearby lake or pond that will reflect the moon's light. Of course, avoiding cloud cover is a must, so knowing where to find patches of clear sky is key. Chances are there's
a micro climate near you to do so. Folklore will tell you that strange things go bump in the night when there's a blue moon--but what folklore won't tell you is that blue moons aren't really blue. The term is a misnomer and actually refers to the second of two full moons that occur during the same calendar month.
Because the lunar cycle is 29.5 days, most months only see one full moon. But every once in a while a full moon rises twice in the same month and becomes a blue moon--at least that is the accepted definition today, even though it originally arose from a mistake in Sky & Telescope magazine in 1946. The next time we humans will see a blue moon is on July 31, 2015.
There are varying theories as to where the term "blue moon" came from, given that color has nothing to do with it.
"Why 'blue' was chosen isn't really known for sure," Anthony Cook, the astronomical observer at Griffith Observatory in Los Angeles, told the Los Angeles Times.

Friday morning's blue moon as seen through the lens of a telescope in the hills north of San Diego. Friday night will be your last chance to see the blue moon until 2015. Middle photo is of the moon rise over Lake Hodges. Photos: Travis Burke
Friday night's blue moon is also sure to be savored by NASA fans, as it comes on the same day that astronaut Neil Armstrong is being laid to rest in a private ceremony. Armstrong, who was the first person to walk on the moon, died on Aug. 25 after suffering from complications related to heart surgery.
"This Blue Moon that Slooh will explore Friday night is somewhat rare, but not as rare as the courage and talent of the late Neil Armstrong, the first human to set foot on our nearest celestial neighbor," astronomer and Slooh editor Bob Berman said in a statement on Slooh's Facebook page. "To honor him, Slooh will explore the Sea of Tranquility with its Canary Island 20-inch telescope, live, and have guests who will reveal some of the lesser-known secrets of that historic 1969 event. I think many of our visitors will be in for quite a surprise."
It appears as if the moon wants to send him off with a memorable goodbye--or perhaps welcome him home.
Uma tonelada de versos
Changuito, o livreiro português que veio viver de poesia no
Brasil
por Rafael Cariello
Guerra, mais conhecido como Changuito, um apelido familiar, não gosta de Londres. “Acho a cidade chata; antes de tudo porque há lá ainda alguns ingleses”, ele explicou, enquanto abria um sorriso brincalhão e afetuoso, o que se repetiria com frequência nas próximas três horas, quatro cervejas e meio maço de cigarros.
Por sua sugestão, nos acomodamos num boteco com vista para a praça São Salvador, em Laranjeiras, a uns dois passos da via de paralelepípedos que a circunda. Sentado de costas para a entrada, Changuito voltou o corpo na direção da rua quando disse que gosta mesmo é do Brasil e dos brasileiros. Ao visitar o país pela primeira vez, há quase vinte anos, teve a imediata noção de que “aqui viveria e, de preferência, morreria”.
Mudou-se definitivamente para o Rio em maio. Trouxe consigo uma mala de mão com um punhado de roupas, dois pares de sapatos e uma tonelada de livros. “Uma tonelada exata, que despachei de avião”, fez questão de esclarecer. Em Lisboa, Changuito era dono da única livraria portuguesa especializada em poetas e versos, provavelmente uma das poucas do mundo. A Poesia Incompleta, fundada por ele em 2008, continha cerca de 10 mil títulos, em mais de cinquenta idiomas – “inclusivamente” búlgaro, chinês e guarani –, quando foi fechada, no início deste ano.
Segundo o poeta e ensaísta Antonio Cicero, a loja lisboeta era excelente. Além do fato de que era especializada em poesia, ele disse, “seu maior diferencial era a presença do próprio Changuito”. O proprietário, contou Cicero, “conversava com os clientes, mostrava-lhes obras relacionadas com o interesse deles, lia poemas e, às vezes, interpretava ou criticava os poemas que lia”.
O negócio vingou – apesar dos alertas de amigos de que o sucesso era improvável. O livreiro diz ter fechado a casa comercial como começou: sem dívidas. Conseguia viver apenas dos recursos que retirava da venda dos livros. É verdade que, nos últimos dois anos, dormia e trabalhava sob o mesmo teto.
Changuito quer reabrir a Poesia Incompleta no Brasil. Tem folheado jornais e passeado pela cidade à procura de uma sala comercial – o que não é fácil, quando se consideram os preços de aluguel no Rio. Perguntei se a dificuldade o desanimava. “Eu desanimei aos 18 anos e nunca mais voltei a animar-me”, respondeu, sorrindo novamente. Fez então uma rápida pausa, como se refletisse, e voltou a falar. “Espero que seja possível. Até porque não sei fazer muita coisa. Sei dizer poesia em público, sei vender livros e sei trabalhar em bar. Gostava de trabalhar como taxista, mas não tenho carta.” Nunca dirigiu? “Sim, já. Ilegalmente.”
A paixão por versos e poetas, explicou Changuito, começou tardiamente, depois de terminado o liceu, o equivalente português ao ensino médio no Brasil. Descobriu, na mesma época, a canção, com entusiasmo especial pela música brasileira. Agrada-lhe a capacidade, em ambos os gêneros, de definir com precisão sentimentos, coisas, acontecimentos – o que ele chama de “a tábua de salvação da nomeação”.
ntre um gole de cerveja e uma nova
tragada no cigarro, o livreiro ofereceu exemplos: “O poeta português Alexandre
O’Neill tem um verso que diz: ‘Mal nos conhecemos, inauguramos a palavra amigo.’
Não conheço nenhuma definição melhor para as amizades instantâneas. É essa
capacidade de nomeação, que o Caetano também tem.”O próprio Changuito é talentoso na arte das frases lapidares. A cada herói intelectual brasileiro que mencionou, acrescentava algum comentário curto e enfático. “Se houver um metrônomo na sala e o João Gilberto, guia-te pelo João Gilberto. Ele é que está certo.” “Arnaldo Antunes é, ao mesmo tempo, o melhor e o pior bailarino do mundo. É onde a Pina Bausch encontra a disritmia.”
Imitando com perfeição um sotaque pernambucano, o livreiro recitou uma outra “definição”, desta vez retirada de “Os Três Mal-Amados”, obra de João Cabral de Melo Neto, que serve para descrever o seu próprio caso. “O amor comeu minhas roupas, meus lenços, minhas camisas. O amor comeu metros e metros de gravatas.”
O amor que “comeu” Changuito, e o trouxe ao Rio de Janeiro, é uma brasileira bonita chamada Valeska. A crise econômica por que passa seu país também deu um empurrão. “Portugal está negro”, ele diz, “governado por uma cáfila de predadores corruptos.” Mas houve sobretudo, conta o livreiro, “essa história de amor, como há sempre nos contos de fadas”. A poeta Valeska de Aguirre tem a mesma idade e a mesma altura do namorado lusitano, olhos claros e cabelos lisos castanhos. Seu jeito sério e tímido é cortado às vezes por risos gostosos mas contidos, quando o livreiro provoca.
Na tarde daquele mesmo dia, Valeska o esperava na porta do escritório de um corretor de imóveis, no Largo do Machado. Changuito ia alugar uma pequena sala de 30 metros quadrados num edifício do Centro da cidade, para onde deve transferir o seu acervo e começar, pela internet, o negócio da Poesia Incompleta no Brasil. Ao cliente, “do Acre a Leningrado”, bastará “mandar um e-mail ou perguntar pelo livro X ou pelo autor Y”, ele explicou mais tarde. Os contatos poderão ser obtidos no blog da loja (poesia-incompleta.blogspot.com.br).
Valeska, por ser brasileira, se encarregou de assinar o contrato de aluguel.
Deu tudo certo. O arranjo é provisório – Changuito continua a procurar uma sala mais ampla –, mas os dois pareciam aliviados quando nos despedimos, já na praça. O dia continuava feio. Ao se distanciarem, num passo tranquilo, mantinham os braços e os ombros colados, como se não bastasse já estarem de mãos dadas.
http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-71/esquina/uma-tonelada-de-versos
This seat's taken.
Obama Responds To Eastwood

Barack ObamaVerified
This seat's taken. http://OFA.BO/c2gbfi , pic.twitter.com/jgGZTb02
Clint Eastwood RNC Full Speech 2012, Talks To Invisible Obama
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
RARIDADES!!!!
Trecho de entrevista com Caetano Veloso. Entre os convidados Tom Jobim, Eduardo Mascarenhas, Chico Anísio e Luiz Carlos Maciel.
Infelizmente não tenho esta entrevista inteira. Consegui apenas este trecho de um VHS cheio de raridades que um amigo me emprestou, mas fiquei super curiosa também para conferir o restante, espero conseguir, ou que alguém consiga e poste aqui no You Tube. Carol
Uploaded by Carolina Teresa Z on May 3, 2008
Paulinho da Viola foi um dos convidados do especial de Caetano Veloso dentro da série "Grandes Nomes". Neste vídeo, os dois interpretam "Nas Ondas da Noite", que o sambista gravou em 1971.
O programa foi ar em 05/06/81, com direção de Marcos Paulo, roteiro de Luiz Carlos Maciel, cenários de Mário Monteiro e Raul Travassos, iluminação de Peter Gasper e Henrique Leiner, figurinos de Marília Carneiro, direção de imagem de Maurício Nunes, direção musical de Guto Graça Mello e produção de João Paulo de Carvalho e José de Almeida.
Uploaded by pugaman77 on Oct 18, 2008
O programa "Conexão Internacional", foi criado por Fernando Barbosa Lima, em 1984, na extinta TV Manchete. A cada programa, uma personalidade era entrevistada por Roberto D'Ávila. Neste vídeo, trechos da entrevista com Gal Costa, onde Caetano Veloso e Chico Buarque fazem depoimentos sobre a cantora. Interessantes revelações em um momento bem-humorado e de insinuante interpretação da entrevista. "Conexão Internacional" foi um dos melhores programas do gênero da televisão brasileira.
Uploaded by Jeocaz on Dec 2, 2009
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
VIVA EDU LOBO!!!
Eduardo de Góes Lobo, conhecido como Edu Lobo, (Rio de Janeiro, 29 de agosto de 1943) é um cantor, compositor, arranjador e instrumentista brasileiro.
Ao mesmo tempo em que participava de vários festivais de música popular, obtendo o primeiro prêmio em 1965 como Arrastão (com Vinicius de Moraes) e em 1967 com Ponteio (com Capinam), e que venceu o Terceiro Festival de Música Popular Brasileira da TV Record, Edu dedica-se a compor trilhas para espetáculos teatrais, entre eles o histórico Arena Conta Zumbi, ao lado de Gianfrancesco Guarnieri. Depois de uma temporada nos Estados Unidos, Edu volta ao Brasil e retoma várias parcerias, entre elas a com Chico Buarque, e compõem a música de novas peças e balés.
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A Apple é nossa!!!
Apple processa igreja por usar imagem de maçã na história de Eva
27 de agosto de 2012 | Escrito por: @sensacionalista

O pecado original terá que ser revisto. A Apple processou a igreja católica por usar a imagem da maçã na história de Eva. Segundo a empresa de Cupertino, a maçã é vista como algo pecaminoso na Bíblia e não pode continuar assim. A Apple, inclusive, registrou a patente da maçã e a fruta terá que ter outro nome.
A briga entre a Apple e a Igreja promete. Afinal, as duas são as empresas mais lucrativas do mundo. Em outra ofensiva nos tribunais, a empresa também pediu que Nova Iorque pare de usar a imagem da maçã. A Apple quer que todos os produtos turísticos que usem o nome “Big Apple” sejam retirados do mercado. Em comunicado, a empresa diz que a patente da maçã não foi registrada antes da Bíblia, mas isso não invalida o processo. “A história do mundo pode ser dividida entre o antes da Apple e o depois da Apple. E antes da Apple simplesmente não existia nada”, diz a nota, com humildade.
terça-feira, 28 de agosto de 2012
O maior desejo
Sábado, 25 de agosto de 2012
Desde o dia em que resolvi ter minha própria
casa, foram muitos os desejos. O primeiro de todos adquirir a bendita
residência. Um apartamento, na verdade. Que fosse amplo, ventilado, nascente e
com duas garagens. Foram esses os pré-requisitos solicitados a duas
imobiliárias. Após visitar trocentos imóveis novos e usados, eu e ele chegamos a
conclusão que a melhor opção do momento era o aluguel. Os novos eram muito
caros, muito pequenos e repletos de itens que os encareciam e não nos
interessava, como varanda gourmet (entenda: uma pia na varanda) e deck molhado
(entenda novamente: uma espreguiçadeira dentro da piscina). Os antigos agradavam
em espaço ao passo que intimidavam no quesito reforma. Ele, engenheiro, em uma
rápida vistoria percebia que seria necessário trocar toda rede hidráulica
(inclusive a do vizinho) ou então detectava falta de isolamento acústico, ou não
tinha garagem, ou era de escada, sem falar que, na maioria dos casos, o valor do
condomínio era bem próximo a um aluguel. Passada a frustação e com a casinha
alugada, voltamos a sonhar. Com a geladeira vintage, o sofá top of conforto, os
livros na estante, os quadros na parede, a cama king, o iMac, a porcelana Smith,
meus cristais... Passaram-se sete meses, parte dos desejos foi realizado, parte
foi improvisada e a outra parte está vindo a prestação. Aos poucos a casinha
pode ser chamada de lar. Só não contávamos que para se tornar um doce lar seria
necessária a presença de um terceiro elemento: a cozinheira, acessório de
utilidade doméstica ameaçado de extinção. No quesito faxina, mesmo com a
canseira cotidiana, somos imbatíveis. Ele passa pano como ninguém e arruma
gavetas e armários com simetria prussiana. Eu sou ótima para tirar pó, decorar e
lavar banheiro. Cozinho relativamente bem. Ele também. Problema é que
trabalhando mais de dez horas por dia (contando com hora extra e
engarrafamento) não sobra tempo para viver direito quem dirá para cozinhar. Pior
coisa é chegar em casa e não ter o que comer - além do marido, digo. Sem falar
que cozinha é bom apenas quando dá vontade. Cozinhar para os amigos, pro amor ou
para agradar a si mesmo. Fora isso, preparar o café, almoço e jantar, lavar
louça e panelas todo dia é martírio. Por aqui, já passaram sete candidatas.
Jamile quebrou a vassoura (nova, cabo de madeira) logo no primeiro dia. Rosa -
que é excelente na casa da minha amiga - na minha ela marca e não aparece. Tati
achei meio porca. Mari, a mais caprichosa, se mudou pro interior. Sandrinha
comia produto de limpeza. As duas últimas eram tão boas que nem lembro o nome
direito. E o pior: nenhuma queria cozinhar; apenas faxina. Já pedi indicação aos
amigos, vizinhos, colegas de trabalho, Sutrab etc etc. Estamos praticamente
desiludidos. Mas, como a esperança é a última que morre, continuamos pedindo a
Deus, todos os dias antes de dormir, que coloque uma cozinheira de mão cheia em
nossas vidas. Porque parece que a casa própria, a lua de mel na Europa, o carro
novo, tudo isso um dia será possível de conquistar. Não precisa cardápio
sofisticado. Basta que faça um arroz, feijão e frango assado. Pouco sal, porém
bem temperado.
Marcadores: Tássia Novaes
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