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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Tocando em Frente



Tocando em Frente

Composição: Almir Sater e Renato Teixeira

Ando devagar porque já tive pressa
E levo esse sorriso porque já chorei demais
Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe
Só levo a certeza de que muito pouco eu sei
Ou nada sei

Conhecer as manhas e as manhãs,
O sabor das massas e das maçãs,
É preciso amor pra poder pulsar,
É preciso paz pra poder sorrir,
É preciso a chuva para florir

Penso que cumprir a vida seja simplesmente
Compreender a marcha e ir tocando em frente
Como um velho boiadeiro levando a boiada
Eu vou tocando dias pela longa estrada eu vou
Estrada eu sou

Conhecer as manhas e as manhãs,
O sabor das massas e das maçãs,
É preciso amor pra poder pulsar,
É preciso paz pra poder sorrir,
É preciso a chuva para florir

Todo mundo ama um dia todo mundo chora,
Um dia a gente chega, no outro vai embora
Cada um de nós compõe a sua história
Cada ser em si carrega o dom de ser capaz
E ser feliz

Conhecer as manhas e as manhãs
O sabor das massas e das maçãs
É preciso amor pra poder pulsar,
É preciso paz pra poder sorrir,
É preciso a chuva para florir

Ando devagar porque já tive pressa
E levo esse sorriso porque já chorei demais
Cada um de nós compõe a sua história,
Cada ser em si carrega o dom de ser capaz
E ser feliz

Conhecer as manhas e as manhãs,
O sabor das massas e das maçãs,
É preciso amor pra poder pulsar,
É preciso paz pra poder sorrir,
É preciso a chuva para florir

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

UM CIDADÃO BRASILEIRO

 
 
Ah, Seu Oscar, eu já estava apostando na sua imortalidade física também!!!!
Seu traço, sua obra, são poemas moldados em concreto!!!
Sua vida uma lição a ser preservada para gerações vindouras!!!
Sua bondade e simplicidade características de um grande homem,
UM CIDADÃO BRASILEIRO.
Ele mesmo se autodefine quando, traça, quando fala, quando escreve, quando vive o que acredita, quando É!!!!

Autodefinição

Na folha branca de papel faço o meu risco.
Retas e curvas entrelaçadas.
E prossigo atento e tudo arrisco na procura das formas desejadas.
São templos e palácios soltos pelo ar, pássaros alados, o que você quiser.
Mas se os olhar um pouco devagar, encontrará, em todos,
os encantos da mulher.
Deixo de lado o sonho que sonhava.
A miséria do mundo me revolta.
Quero pouco, muito pouco, quase nada.
A arquitetura que faço não importa.
O que eu quero é a pobreza superada,
a vida mais feliz, a pátria mais amada.

 

Oscar Niemeyer




Oscar Niemeyer declarou paixão pela arquitetura em "Poema da Curva"


Poema das Curvas, de Oscar Niemeyer
...

“Não é o ângulo reto que me atrai.
Nem a linha reta, dura, inflexível,
criada pelo homem.
O que me atrai é a curva livre e
sensual.
A curva que encontro nas
montanhas do meu país,
no curso sinuoso dos seus rios,
nas nuvens do céu,
no corpo da mulher amada.
De curvas é feito todo o universo.
O universo curvo de Einstein.”
 
 
 
 

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

‘P.S. Eu te amo’

Dedicatórias e cartas encontradas em livros revelam histórias emocionantes que mexem com corações e mentes de donos de sebos do Rio.


Sylvio Massa e a foto da mulher. No sebo Baratos da Ribeiro, ele reencontrou a dedicatória que escreveu para a falecida esposa em um livro de J.D. Salinger, em 1966
Foto: Leonardo Aversa / Agência O Globo
Sylvio Massa e a foto da mulher. No sebo Baratos da Ribeiro, ele reencontrou a dedicatória que escreveu para a falecida esposa em um livro de J.D. Salinger, em 1966Leonardo Aversa / Agência O Globo

 


RIO - Era uma noite de terça-feira insuspeita em Copacabana. No fim daquele dia, 23 de outubro, um grupo de frequentadores do sebo Baratos da Ribeiro faria exatamente o que faz há cinco anos: se espremeria entre as prateleiras abarrotadas da livraria para mais um encontro do Clube da Leitura, evento quinzenal em que leem trechos de livros e trocam impressões sobre contos próprios. Quando chegou a sua vez na roda, o dono do sebo e fundador do clube, Maurício Gouveia, tirou da gaveta um livro que guardava há dez anos escondido no acervo: um exemplar em italiano de “Nove contos”, do escritor americano J.D. Salinger.
Não tinha coragem de vendê-lo. Com as bordas amareladas e as páginas carcomidas, aquele “Nove racconti” guardava uma dedicatória em português na página de rosto que Maurício considerava mais bonita do que todo o livro do autor do clássico “O apanhador no campo de centeio”. Um homem comum — que poderia ser um médico, um vendedor de sapatos ou um trapezista de circo — declarava seu amor a uma mulher, em Milão, em 26 de dezembro de 1966. Maurício leu a dedicatória enorme, que começava com a frase “De tudo que vem de você, permanece em mim uma vontade de sorrir” e se encerrava com a oração “a vida é um contínuo chegar de esperanças”. Ao final, subiu o tom para ler o nome do santo: Sylvio Massa de Campos.
Foi quando um dos frequentadores do clube soltou um “opa!”. O jornalista George Patiño conhecia a família Massa, da qual Sylvio era o patriarca. Ele não vendia sapatos, trabalhava em circo ou morava em Milão: o matemático e escritor Sylvio Massa de Campos estava vivo, trabalhara a vida toda na Petrobras, tinha 74 anos e morava logo ali, no Leblon.
— Tem certeza? — perguntou Maurício.
— Trago ele aqui no próximo encontro — prometeu George.
Feito. No dia 6 de novembro, um senhor de cabelos brancos, sorriso fácil e porte altivo entrou no sebo acompanhado de duas filhas e três netos. Emocionado, recebeu das mãos de Maurício o livro perdido. Releu a dedicatória em voz alta, com pausas longas entre uma frase e outra, o que só aumentava o suspense na livraria, entrecortado pelo ruído dos netos inquietos. Depois de ser longamente aplaudido, contou aos novos colegas a história por trás daquela mensagem.
Em 1966, ele fazia mestrado em Matemática em Milão com uma bolsa do governo brasileiro. Lá, conheceu uma italianinha de nome Febea, que tinha concluído os estudos em Literatura em Londres, e acabava de retonar à Itália. Quando ela comentou que conhecia José Lins do Rego e João Cabral de Melo Neto, e que adoraria aprender português para ler Guimarães Rosa, Sylvio se apaixonou na hora: apesar de trabalhar com algoritmos, era na literatura que descansava seus teoremas. Prestes a terminar a pós-graduação, no entanto, logo voltaria ao Brasil. O amor foi construído à distância.
— Nosso namoro durou um ano, 136 cartas, nove livros, dois telegramas e um telefonema — contou Sylvio, para suspiro coletivo da plateia, e espanto das filhas, que não conheciam todos aqueles números. — Naquele tempo, dar um telefonema era uma fortuna. Esta dedicatória escrevi no dia do meu aniversário, já doido por ela. Eu nem sei como perdi o livro, acho que foi numa mudança nos anos 80.
Um ano depois, Febea veio morar no Brasil, e Sylvio montou um apartamento no Méier para ela. Tiveram duas filhas, Isabella e Gabriella — que a essa altura se debulhavam em lágrimas na livraria —, e viveram felizes para sempre. Até que um câncer levou Febea aos 41 anos de idade. Sylvio nunca mais se casou.
— A arte de viver é a arte de acreditar em milagres, disse o poeta italiano Cesare Pavese, e se hoje eu estou aqui é porque ele está certo. Febea foi a pessoa que eu amei mais profundamente em toda a minha vida. E ela está presente aqui, nessas cinco pessoas que fizemos, nossas duas filhas e três netos. Esse é o milagre — declarou Sylvio, lembrando, ao final, uma frase que ouvira do neto quando ele tinha 4 anos, e que levava como mantra de vida: “Vovô, nada é grave.”
Na rotina dos livreiros de sebos, dedicatórias anônimas aparecem com muita frequência. Mais até do que os exemplares usados de “O Xangô de Baker Street”, de Jô Soares, um campeão nacional em rotatividade. Os livros já chegam com cantadas, desculpas, felicitações, despedidas, malfazejos.
— O livro usado traz uma história que muitas vezes é mais interessante do que aquela que ele conta. Aqui na Baratos nós tínhamos uma caixinha para guardar os objetos encontrados dentro das páginas, como cheques, receitas médicas, ingressos de cinema, flores, contas, fotos... Daria uma exposição — comenta Maurício, que também guardou por algum tempo dois livros trocados entre amigos, com dedicatórias irônicas em que tentavam dissuadir o outro das suas convicções políticas (um era de direita; o outro, um anarquista convicto).
Mas acabou vendendo os exemplares. É da natureza da profissão: o livreiro não é um colecionador, mas um comerciante.
— Todo sebo começa do mesmo jeito, quando a pessoa precisa vender os próprios livros. Esta é a diferença de um livreiro para um colecionador. Só o livreiro tem coragem de se desapegar. Ele sabe que os livros que são de verdade voltam. Já encontrei livro que tinha sido meu em acervo que fui comprar. Todo lote sempre está cercado de histórias, seja uma morte, uma herança, uma mudança repentina de casa, de estilo de vida — explica Marcelo Lachter, que começou a vender livros usados há 14 anos e hoje é dono da Gracilianos do Ramo, um sebo virtual.
Mesmo defendendo o caráter comercial do ofício, Marcelo tem um “Nove racconti” para chamar de seu: há seis anos, guarda na gaveta um exemplar de “Recortes”, livro de ensaios de Antonio Candido publicado em 1993, na esperança de devolvê-lo à família do antigo dono. A história teve início em 2006, quando Marcelo recebeu o telefonema de uma moradora da Barra da Tijuca, interessada em se desfazer da biblioteca do marido, morto meses antes. Como era uma coleção especializada em Humanas, área com muita procura, Marcelo arrematou o lote todo. Antes de fechar negócio, no entanto, a viúva fez um pedido: caso ele encontrasse ali perdido um exemplar com uma dedicatória do ex-ministro da Fazenda Pedro Malan ao marido, que devolvesse o título. Ambos tinham sido amigos de infância, perderam o contato e retomaram pouco antes de Malan tornar-se o braço forte de Fernando Henrique Cardoso.
Marcelo encontrou o livro e a dedicatória: “Meu melhor, apesar de distante, amigo. Espero que você goste deste ‘Recortes’, deste gênio literário e excepcional figura humana que é Antonio Candido. Precisamos ler coisas como estas para que não esqueçamos nunca de que há muito mais coisas na vida e no mundo que o nosso trabalho e nossas pequenas procupações cotidianas. Feliz aniversário, um abraço deste amigo e saudoso, Pedro Malan.” Mas perdeu a viúva de vista.
Outra história que aguarda um desfecho parecido é a de Nice Motta, de 46 anos, livreira há dez. Assim como Marcelo, Nice desistiu de uma loja física para se dedicar às vendas pela internet, suporte que salvou da falência milhares de livreiros no país, através do sucesso de sites como o Estante Virtual. Dona da Bola de Gude Livros, um acervo que ocupa 98% do seu apartamento na Vila da Penha, Nice é ainda mais romântica do que os colegas livreiros: ela embarga a voz cada vez que se depara com um fragmento de história perdida nos livros que compra e vende. É mais metódica também. Os objetos encontrados nos livros são reunidos numa caixa que ela guarda como um pequeno museu alheio.
Em meio aos objetos, há fotos, desenhos infantis, ingressos de espetáculos e até um passaporte para o Museu do Holocausto, na Alemanha. Há uma carta bem alegre: “Esta porra foi concebida pelo maior amigo putinho, mas com carinho. Uma beijunda e um abraçaralho deste que te escreve, com muito amor, 27/10/86, Edinho”); e uma muito triste (“À amiga Katia: cursei faculdade e não terminei, namorei cinco anos e não me casei, escrevi um livro e não publiquei. Minha vida segue em frente, sempre pela metade. Wagner, 73.”
Mas a pepita é um livro encontrado por ela em 2007: “O poder do jovem”, best-seller de autoajuda do parapsicólogo Lauro Trevisan. O exemplar tem duas dedicatórias. Uma escrita nas costas da primeira página: “Bruno, eu vi este livro e achei que você ia gostar. É coisa de mãe, fica tentando adivinhar o gosto do filho, eu queria te dar o mundo, mas é melhor você descobrir com a ajuda deste livro o seu mundo inteiro. Estou sempre aqui, filho, conte comigo, sua mãe, beijos, te amo, te amo e te amo, Rio, 15/03/02.”
Seria só uma mensagem emocionada, não houvesse a segunda, na página seguinte: “Rafael, este livro foi o último presente que eu dei para o Bruno, ele não chegou a ler. Como eu sei que ele te adorava, gostaria de dar a você, leia por ele e por você, com carinho, Clara, 15/03/06.”
— É muito emocionante pensar no amor desta mãe, que o filho morreu, e que ela teve o carinho de dividir o amor com o amigo do filho. Eu sou mãe, e sei como é inconcebível pensar na perda de um filho. Se ao menos eu pudesse repará-la em relação à perda do livro... — diz Nice, sonhando com um acaso que a coloque no caminho daquela mãe. — Trabalhar com livros é apaixonante. O livro não é só a história que o autor conta, mas a história que o antigo dono também conta.
No início deste ano, Nice encontrou outro volume de “O poder do jovem”, que ela ainda está pensando se vai para a caixinha ou não. A mensagem na folha de rosto diz o seguinte: “Para o meu querido neto Fábio conservar à sua cabeceira, e enfrentar a caminhada da vida sempre forte! E vencedor! 05/88, vovó Abigail Araújo.” Por enquanto, vai ficar lá.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/ps-eu-te-amo-6826279#ixzz2DNra0Tic


NOTA: Não pude resistir à publicação desse artigo... O sussurro fica aberto para preciosidades , como essa... regina

 

Você vai ver - Miucha


sábado, 17 de novembro de 2012

Outono - ROSA PASSOS



Outono

Rosa Passos

Luz do sol no chão molhado,
acerolas temporãs,
som de vento no telhado,
cores mortas nas manhãs.
Fogem nuvens, passa o rio,
vão-se as cores do verão,
passa um tudo um calafrio
que me aperta o coração.
Tudo um dia vai-se embora
Tudo existe de passagem.
Mais que nunca sinto agora
que sou parte da viagem.


 

Quando o Amor Acontece - João Bosco



Quando o Amor Acontece

João Bosco e Abel Silva

Coração sem perdão, diga, fale por mim
Quem roubou toda a minha alegria
O amor me pegou, me pegou pra valer
É que a dor do querer muda o tempo e a maré
Vendaval sobre o mar azul
Tantas vezes chorei, quase desesperei
E jurei nunca mais seus carinhos
Ninguém tira do amor, ninguém tira, pois é
Nem doutor nem pajé, o que queima e seduz, enlouquece
O veneno da mulher
O amor quando acontece a gente esquece logo que sofreu um dia
Ilusão
O meu coração marcado tinha um nome tatuado que ainda doía
Pulsava só a solidão
O amor quando acontece a gente esquece logo que sofreu um dia
Esquece sim
Quem mandou chegar tão perto se era certo um outro engano coração cigano
Agora eu choro assim
O amor quando acontece a gente esquece logo que sofreu um dia
Esquece sim
Quem mandou chegar tão perto se era certo um outro engano coração cigano
Agora eu choro assim.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Chega De Saudade - Tom Jobim



Não quero mais esse negócio de você longe de mim
Vamos deixar desse negócio de você viver sem mim

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Get Yourself Another Fool - Paul McCartney - Live From Capitol Studios 2012 (HD)




  • Goodbye - English
  • Farewell - English (formal)
  • Bye - English (casual)
  • totsiens / tot siens - Afrikaans (standard)
  • tot weersiens - Afrikaans (informal)
  • tot wederom - Afrikaans (informal)
  • wederdom - Afrikaans (informal)
  • koebaai - Afrikaans (informal; derived from English "Good-Bye")
  • ghoebaai - Afrikaans (informal; derived from English "Good-Bye")
  • baai - Afrikaans (informal; derived from English "Bye")
  • arriewarie - Afrikaans (informal; folk etymology from "Au revoir")
  • tatta / tata - Afrikaans (children's language)
  • vaarwel - Afrikaans (formal)
  • elalleqa - Arabic
  • khodaa haafez _ Persian
  • aabar dekha hobey - Bengali
  • Donadagohvi - Cherokee
  • ba bye - Creole
  • Hagoonea' - Navajo
  • Ahoj - Czech
  • Ja ne / じゃね (informal) - Japanese
  • Ja mata ne / じゃまたね (formal) - Japanese
  • Sayonara / さよなら (if you will not see them for a long time) - Japanese
  • Auf Wiedersehen - German
  • Bis dann - German
  • Tschüss - German
  • Ade - German
  • Tschau - German
  • Bis Spater (Bis Schpaater)- German
  • Viszlát! - Hungarian
  • Arrivederci - Italian
  • Addio - Italian
  • Ciao - Italian
  • Buona sera - Italian
  • Adieu - French [add-ee-uh] (farewell) very formal
  • Au Revoir - French (aw reh-VWAH)
  • À bientôt - French (see you later)(ah bee-EN-toe)
  • À demain - French (see you tomorrow)(ah deh-MAN)
  • Hejdå - Swedish
  • Aloha - Hawaiian
  • Le'hitraot - Hebrew
  • Shalom - Hebrew
  • Aavajo - Gujarati
  • Punha Bhetu - Marathi
  • Sampai Jumpa - Indonesian
  • Adios - Spanish
  • Paalam - Filipino
  • Zai Jian - Chinese, Mandarin
  • Zoi Geen (the "g" is pronounced like geek) - Chinese, Cantonese
  • Farvel - Danish
  • Namaste (same as hello) - Hindi (this video shows you how to pronounce namaste)
  • Fir Milenge (see you) - Hindi
  • Alvida (Goodbye, bit formal) - Hindi
  • Ayo - Papiamentu
  • Rub Rakha - Punjabi
  • Feri bhetaula (lit. we'll meet again) - Nepali
  • Do zobaczenia (see you) - Polish
  • Żegnaj - Polish
  • Adeus - Portuguese
  • Tchau - Portuguese
  • Do svidan’ya/До Свидания (until we meet again, formal) - Russian
  • Poka/Пока (pronounced pa-ka, informal) - Russian
  • Do vstrechi/До Встречи (until we meet again) - Russian
  • Selamat jalan - Malay
  • Selamat tinggal - Malay
  • Tot ziens - Dutch
  • Dag - Dutch
  • Doei - Dutch
  • 再见 - Chinese
  • Yasou (YAH-soo) - Greek
  • Hwyl fawr - Welsh
  • Annyeonghi Kyeseyo(if the person you're talking to isn't leaving) - Korean
  • Anyeonghi Gasyeo(if the person you're talking to is leaving) - Korean
  • Näkemiin (See you) - Finnish
  • Hyvästi (Farewell) - Finnish
  • Hasta La Vista (see you later) - Spanish
  • Adios - Spanish
  • Te veo despues - Spanish
  • Vale- Latin (to one person)
  • Valete- Latin (to more than one person)
  • La revedere - Romanian
  • Veloma - Malagasy
  • Sige la - Pangasinan
  • Khuda Hafiz - Urdu
  • zai jian - Chinese
  • Ha det bra - Norwegian
  • Ha det - Norwegian
  • Sees - Norwegian
  • Snakkes - Norwegian
  • Vida parayunnu - Malayalam
  • Ok maams - Tamil (very informal, use with mates only)
  • Poitu Vaarein (Taking leave but will visit again) - Tamil (standard fare)
  • Vaarein (Will come again) - Tamil short for Poitu Vaarein
  • Slan - Irish
  • Aavajo - Gujarati
  • Чао - Macedonian
  • Doviđenja - Croatian (literally means "Until we see again")
  • Bog - Croatian (literally means "God", but can be pronounced “bok,” so it is differentiated from the word "God")
  • Ćao - Croatian (Primarily used in Coastal Croatia, because of it location very close to Italy, where you would say "Ciao" and the pronunciation of Ciao and Ćao are similar, if not the same)
  • Mattae Sigona - Kannada (Used for meet you again sometime)
  • Chao - Serbian/Bulgarian
  • Nawatha hamu wemu - Sinhalese (This means "Catch you later")
  • Subha dawasak - Sinhalese (This means "Have a nice day")
  • Nasvidenje - Slovene (Formal)
  • Adijo - Slovene (Bye)
  • Čav - Slovene (Also čao and is pronounced as Italian ciao)
  • Velli vostanu - Telugu